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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jornais Digitais Brasileiros

Continuando o assunto do post anterior, os jornais digitais se apresentam como mais uma ferramenta ao profissional da informação, onde pode bem explorada.
Há vários jornais brasileiros onlines de qualidade, na qual escolhi um jornal gaúcho para comentar um pouco.

Zero Hora

Jornal gaúcho, editado diariamente e mantido pelo Grupo RBS (Rede Brasil Sul de Comunicação). Fundado em 4 de maio de 1964, foi considerado porta-voz do Regime Militar (1964-85). Sua primeira sede localizou-se na rua Sete de Setembro, centro de Porto Alegre. Em 1969, mudou-se para a av. Ipiranga, bairro Azenha, onde permanece até hoje. O jornal passou por diferentes e importantes modificações no seu layout durante todos estes anos. Em 1996 a edição e produção do jornal passou a ser totalmente digital. Às 4h do dia 19 de setembro de 2007, entrou no ar o website ZeroHora.com, que apresenta notícias atualizadas 24 horas por dia, sete dias por semana. A versão impressa do periódico acompanha uma tendência mundial de integrar a produção do conteúdo, independentemente da mídia em que é veiculado (impressa ou digital).

Referências:

ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Tema 8: Jornais Brasileiros Online. Informação em mídias digitais, transparência, 8 p. Disponível em: < htp://moodleinstitucional.ufrgs.br/course/view.php?id=10743 >. Acesso em: 16 nov. 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

Jornais Eletrônicos Internacionais

Os jornais digitais apesar de complicarem um pouco, trazem vários benefícios para o profissional da informação. A dinâmica dessa ferramenta, possibilita a recuperação da informação mais facilmente, onde se é possível o acesso a um documento a qualquer hora e lugar, além da grande demanda de informações atualizadas.
E para representar um jornal eletrônico internacional, vou falar um pouco do LA NACION.
Na qual, é um jornal diário argentino, editado em Buenos Aires. Fundado pelo ex-presidente da República Argentina (1862-1868) Bartolomé Mitre.
A primeira edição circulou em 4 de janeiro de 1870. Usando o formato standard desde o inicio, segue os mesmos padrões até os dias de hoje e é o segundo de maior tiragem na Argentina.
Sua tendência política é conservadora, tendo sido, historicamente, via de expressão dos setores afins à Igreja Católica, às Forças Armadas e aos produtores agropecuários da Argentina. No entanto, suas colunas e notas de opinião são feitas por personalidades de diferentes vertentes ideológicas.
Em 1995, La Nación lançou seu site. Chamou-se inicialmente La NaciON LINE. Mas atualmente tem o mesmo nome do jornal impresso (www.lanacion.com www.lanacion.com), sendo o segundo site de notícias mais visitado da Argentina, perdendo apenas para o Clarín.


Exemplo de uma notícia publicada:

Redes eléctricas inteligentes al estilo de la Web 2.0

Por Rodrigo Herrera Vegas

La electricidad tal como funciona en la actualidad fluye en una único sentido, es decir desde los centros de generación hacia los centros de consumo.

Si tenemos una pequeña cantidad de fuentes de electricidad (centrales) en comparación con la cantidad de centros de consumo (empresas y hogares), el tráfico es relativamente simple y se asemeja a autopistas de mano única. También se puede asemejar al tráfico de la Internet de hace algunos años en el cuál muchos usuarios consumían poco contenido (diarios y webs de comercio electrónico). Los bytes fluían desde sitios de noticias on line y desde plataformas de venta como Amazon hacia las computadoras de los usuarios.

El esquema de Smart Grid en cambio necesita de una red eléctrica que actúe de manera parecida a la Internet actual, también llamada Web 2.0, en la cuál los usuarios son casi tan consumidores como proveedores de información. En sitios como Facebook y YouTube, el tráfico de subida de información también puede considerarse significativo.

Si imaginamos una red eléctrica en la que las energías renovables juegan un rol sustancialmente mayor al actual, es probable que la cantidad de fuentes independientes de energía sean mayores que en la red eléctrica de hoy. Por más grande que sean los parques eólicos o solares, difícilmente generarán de manera individual tanta energía como las grandes represas hidroeléctricas o nucleares. Además, dada la imprevisibilidad e inconstancia del clima (el viento no sopla siempre y el sol solo irradia durante el día), es fundamental contar con sistemas de respaldo y sobredimensionar la generación de manera de compensar por ejemplo la falta de viento en un lugar con abundancia en otro.

Si además sumamos el sobrante de generación eléctrica casera (solar o eólica) que individuos revenden a la red cuando les sobra (tal como se venía haciendo desde hace unos años en España ), nos damos cuenta que se precisa una red más simétrica, una red más parecida a la actual Internet en la cuál generamos información además de consumirla.

De eso se trata la Smart Grid. De una red eléctrica inteligente doble-vía que será mucho más eficiente, tendrá el potencial de ahorrar dinero a consumidores y será favorable para el medio ambiente. Sin duda movilizar a la gente a comprar los dispositivos que harán funcionar este modelo será un desafío. Los hogares tendrán que ser equipados con medidores inteligentes, nuevos electrodomésticos eficientes ahorrarán energía, termostatos programables controlarán la temperatura eficientemente las 24 horas del día, paneles solares y molinos eólicos podrán aumentar la independencia de la red o participar activamente de esta al venderle sus excesos.

Sin embargo, todas estas tecnologías tendrán un precio en algunos casos bastante alto. Los consumidores compararán este precio con el ahorro que se puede lograr mes a mes en su factura de electricidad. Para que la Smart-grid se haga realidad, las distribuidoras, industria y gobierno tendrán que realizar un sistema de incentivos.... (continuação em: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1322072)

Nesta noticia, o autor faz uma comparação entre as redes elétricas de energia (Smart Grid - redes em que envolveriam qualidades capazes de aceitar a transição da matriz energética para fontes renováveis, unindo tecnologias como uso de supercondutividade, preços flexíveis e arquitetura plug-n-play) com a web 2.0 (no qual os usuários são quase como os consumidores e fornecedores de informação), sugerindo assim que a velocidade e a facilidade de uso de aplicativos interligados desse sistema na web, seja exercido também nas redes elétricas.


Referências:

ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Tema 7: Jornais digitais internacionais. Informação em mídias digitais. 2010. Disponível em < http://moodleinstitucional.ufrgs.br/course/view.php?id=10743>. Acesso em: 07 nov. 2010.

WIKEPEDIA. La Nación. 2009. Disponível em < http://es.wikipedia.org/wiki/La_Naci%C3%B3n_(Argentina) > . Acesso em: 07 nov. 2010.

VEGAS, Rodrigo Herrera. Redes eléctricas inteligentes al estilo de la Web 2.0. La Nácion. Disponível em http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1322072 >. Acesso em: 7 nov. 2010.

domingo, 24 de outubro de 2010

Jornais Digitais

O Jornalismo Online (JOL) ou ciberjornalismo nada mais é do que o jornalismo praticado no novo meio comunicacional da internet.

Pode ser definido como uma coleta e distribuição de informações por redes de computadores como internet ou por meios digitais, por exemplo, como o CD-ROM.

Tendo iniciado como uma versão dos jornais impressos veiculada na internet, o webjornalismo acabou por seguir princípios diferentes, onde é possível encontrar jornais que já nasceram no meio eletrônico, não tendo como origem o impresso.

Possui importante características como: As melhores publicações digitais hoje vão além da simples transposição do conteúdo editado em suas versões impressas; disponibilizam dados e informações complementares que ficaram de fora da edição em papel; matérias exclusivas para a Web com links para outros sites, áudio, vídeos, animações e outros elementos de multimídia; o leitor tem acesso a bancos de dados, arquivos eletrônico com edições passadas, fóruns de discussão e sistema de bate-papo em tempo real, mecanismos de busca em classificados online, notícias atualizadas a todo o instante e uma série de outros serviços e também os jornais online utilizam os recursos de blogs e twitters tanto para interagir com seus leitores quanto para compor as informações que veiculam.

Atualmente, com toda essa dinâmica disponível na web, o trabalho do profissional da informação, como o bibliotecário, torna-se mais difícil, pois ele passa a lidar com uma grande quantidade de informação interativa, sendo complicado selecionar e redistribuir as informações adequadas e requisitadas por usuários. Acredito que isso é apenas um pequeno empecilho dentro das grandes vantagens que as informações jornalísticas trazem para o bibliotecário.

Um exemplo de jornal digital - Folha Online: http://www.folha.uol.com.br/

Referências:

ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Tema 6: Jornais eletrônicos. Informação em mídias digitais, 1 transparência, 2010, 32 p. Disponível em: < id="10743">. Acesso em: 24 out. 2010

WIKIPÉDIA. Jornalismo online. 19 fev. 2009. Disponível em: <>. Acesso em: 24 out. 2010