Mostrando postagens com marcador ciência da informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciência da informação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Webmuseus

}

Museu Virtual é um espaço virtual de mediação e de relação do patrimônio com seus usuários através da internet. É também conhecido como museu online, museu eletrônico, hypermuseu, museu digital, cibermuseu ou museu na web.

É um museu paralelo e complementar, que privilegia a comunicação como forma de envolver e dar a conhecer determinado patrimônio. Nesse sentido, os museus virtuais são aqueles que trabalham o patrimônio por meio de ações museológicas, mas que não necessariamente têm suas portas abertas ao público em seu espaço físico.

Para alguns pensadores, os museus virtuais não excluem a experiência da fruição com o espaço físico, nem se comparam a este.
}
Por outro lado, as possibilidades de interação e as variadas formas de ver as coleções, nos formatos virtuais, acabam por vivenciar a ‘natureza essencial do museu’, proporcionada pela flexibilidade na visualização.
Dentre as denominações mais frequentes, destaca-se museu digital, qualificativo ressalta simultaneamente sua linguagem e sua natureza imaterial, mas não dá conta da especificidade da rede;netmuseu, cibermuseu ou webmuseu, cujos prefixos remetem às especificidades da Internet, enfatizando o espaço desterritorializado das redes, aplicando-se, entretanto, indistintamente, aos museus construídos na Web e aos sítios mantidos por museus físicos; e museu virtual, denominação que parece tender a se consolidar.

São classificados de acordo com seu conteúdo, e divididos em quatro categorias:

Museu folheto: Disponibiliza informações básicas sobre o museu para visitantes potenciais.

Museu de conteúdo: É um retrato mais detalhado do acervo, convida o visitante a explorar seu conteúdo.

Museu do aprendizado: Suas informações são apresentadas de maneira orientada - desenvolvido didaticamente, com links para informações adicionais.

Museu virtual: É um modelo de museu totalmente virtualizado, que não possui acervo físico.

Um exemplo de museu virtual, é o museu: web galery of art.


Referências:

WIKIPEDIA. Museu Virtual, 17 set. 2010. Disponível em: < wikipedia.org/wiki/Museu_Virtual
> Acesso em: 22 nov. 2010.

ROZADOS, Helen Beatriz Frota; DEMÉTRIO, Alexandre. Aula 13: Webmuseus. Informação em mídias digitais, 1 transparência, 11 p. Disponível em: < htp://moodleinstitucional.ufrgs.br/course/view.php?id=10743 >. Acesso em: 22 nov. 2010.

domingo, 7 de novembro de 2010

Jornais Eletrônicos Internacionais

Os jornais digitais apesar de complicarem um pouco, trazem vários benefícios para o profissional da informação. A dinâmica dessa ferramenta, possibilita a recuperação da informação mais facilmente, onde se é possível o acesso a um documento a qualquer hora e lugar, além da grande demanda de informações atualizadas.
E para representar um jornal eletrônico internacional, vou falar um pouco do LA NACION.
Na qual, é um jornal diário argentino, editado em Buenos Aires. Fundado pelo ex-presidente da República Argentina (1862-1868) Bartolomé Mitre.
A primeira edição circulou em 4 de janeiro de 1870. Usando o formato standard desde o inicio, segue os mesmos padrões até os dias de hoje e é o segundo de maior tiragem na Argentina.
Sua tendência política é conservadora, tendo sido, historicamente, via de expressão dos setores afins à Igreja Católica, às Forças Armadas e aos produtores agropecuários da Argentina. No entanto, suas colunas e notas de opinião são feitas por personalidades de diferentes vertentes ideológicas.
Em 1995, La Nación lançou seu site. Chamou-se inicialmente La NaciON LINE. Mas atualmente tem o mesmo nome do jornal impresso (www.lanacion.com www.lanacion.com), sendo o segundo site de notícias mais visitado da Argentina, perdendo apenas para o Clarín.


Exemplo de uma notícia publicada:

Redes eléctricas inteligentes al estilo de la Web 2.0

Por Rodrigo Herrera Vegas

La electricidad tal como funciona en la actualidad fluye en una único sentido, es decir desde los centros de generación hacia los centros de consumo.

Si tenemos una pequeña cantidad de fuentes de electricidad (centrales) en comparación con la cantidad de centros de consumo (empresas y hogares), el tráfico es relativamente simple y se asemeja a autopistas de mano única. También se puede asemejar al tráfico de la Internet de hace algunos años en el cuál muchos usuarios consumían poco contenido (diarios y webs de comercio electrónico). Los bytes fluían desde sitios de noticias on line y desde plataformas de venta como Amazon hacia las computadoras de los usuarios.

El esquema de Smart Grid en cambio necesita de una red eléctrica que actúe de manera parecida a la Internet actual, también llamada Web 2.0, en la cuál los usuarios son casi tan consumidores como proveedores de información. En sitios como Facebook y YouTube, el tráfico de subida de información también puede considerarse significativo.

Si imaginamos una red eléctrica en la que las energías renovables juegan un rol sustancialmente mayor al actual, es probable que la cantidad de fuentes independientes de energía sean mayores que en la red eléctrica de hoy. Por más grande que sean los parques eólicos o solares, difícilmente generarán de manera individual tanta energía como las grandes represas hidroeléctricas o nucleares. Además, dada la imprevisibilidad e inconstancia del clima (el viento no sopla siempre y el sol solo irradia durante el día), es fundamental contar con sistemas de respaldo y sobredimensionar la generación de manera de compensar por ejemplo la falta de viento en un lugar con abundancia en otro.

Si además sumamos el sobrante de generación eléctrica casera (solar o eólica) que individuos revenden a la red cuando les sobra (tal como se venía haciendo desde hace unos años en España ), nos damos cuenta que se precisa una red más simétrica, una red más parecida a la actual Internet en la cuál generamos información además de consumirla.

De eso se trata la Smart Grid. De una red eléctrica inteligente doble-vía que será mucho más eficiente, tendrá el potencial de ahorrar dinero a consumidores y será favorable para el medio ambiente. Sin duda movilizar a la gente a comprar los dispositivos que harán funcionar este modelo será un desafío. Los hogares tendrán que ser equipados con medidores inteligentes, nuevos electrodomésticos eficientes ahorrarán energía, termostatos programables controlarán la temperatura eficientemente las 24 horas del día, paneles solares y molinos eólicos podrán aumentar la independencia de la red o participar activamente de esta al venderle sus excesos.

Sin embargo, todas estas tecnologías tendrán un precio en algunos casos bastante alto. Los consumidores compararán este precio con el ahorro que se puede lograr mes a mes en su factura de electricidad. Para que la Smart-grid se haga realidad, las distribuidoras, industria y gobierno tendrán que realizar un sistema de incentivos.... (continuação em: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1322072)

Nesta noticia, o autor faz uma comparação entre as redes elétricas de energia (Smart Grid - redes em que envolveriam qualidades capazes de aceitar a transição da matriz energética para fontes renováveis, unindo tecnologias como uso de supercondutividade, preços flexíveis e arquitetura plug-n-play) com a web 2.0 (no qual os usuários são quase como os consumidores e fornecedores de informação), sugerindo assim que a velocidade e a facilidade de uso de aplicativos interligados desse sistema na web, seja exercido também nas redes elétricas.


Referências:

ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Tema 7: Jornais digitais internacionais. Informação em mídias digitais. 2010. Disponível em < http://moodleinstitucional.ufrgs.br/course/view.php?id=10743>. Acesso em: 07 nov. 2010.

WIKEPEDIA. La Nación. 2009. Disponível em < http://es.wikipedia.org/wiki/La_Naci%C3%B3n_(Argentina) > . Acesso em: 07 nov. 2010.

VEGAS, Rodrigo Herrera. Redes eléctricas inteligentes al estilo de la Web 2.0. La Nácion. Disponível em http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1322072 >. Acesso em: 7 nov. 2010.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Vídeo como fonte de informação.

O vídeo, do latim ‘eu vejo’, é uma tecnologia de processamento de sinais eletrônicos analógicos ou digitais para capturar, armazenar, transmitir ou apresentar imagens em movimento.
A aplicação principal da tecnologia de vídeo resultou na televisão, com todas as sua inúmeras utilizações seja no entretenimento, na educação, engenharia, ciência, indústria, segurança, defesa, artes visuais, ciência da informação, etc.
Com o tempo, o termo vídeo ganhou uma grande abrangência, chamando-se também de vídeo uma gravação de imagens em movimento, uma animação composta por fotos, sequenciais que resultam em uma imagem animada, e principalmente as diversas formas para se gravar imagens em fitas (analógicas ou digitais) ou outras mídias.
Vídeo significa também uma forma de contar multilingüística, de superposição de códigos e significações, predominantemente audiovisuais, mais próxima da sensibilidade e prática do homem urbano e ainda distante da linguagem educacional, mais apoiada no discurso verbal-escrito.
Estas formas de gravação e armazenamento de imagens se corporificam através de diferentes formatos e mídias com características de codificação próprias.
Logo, acredito que a ferramenta de vídeo também pode ser considerada como um documento, podendo ser aplicado também à ciência da informação.
Onde se é utilizada por exemplo, para soluções imediatas para os problemas crônicos na comunicação; para ilustrar, simular, armazenar conteúdos; mostrar determinados assuntos (de forma direta ou indireta) ou até um vídeo como integração/suporte de outras mídias.
Na biblioteconomia (um dos nossos principais focos), por exemplo, a produção do vídeo para divulgação do profissional bibliotecário constitui um recurso atrativo e apropriado como fonte e veículo de informação. Seu uso tecnológico contribui para a difusão de informações acerca da categoria profissional em questão. A imagem é um instrumento de mensagem persuasivo com alto poder de penetração nas diferentes atividades neste final de século. A dinâmica e o movimento da imagem são mais adequados a oferecer uma percepção de um profissional da informação do que um texto em si, daí porque acredita-se ser esta uma estratégia para o bibliotecário conhecer a si, estimar-se e compreender melhor a que veio à sociedade.

Referências:

ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Tema 4: Vídeo. Informação em mídias digitais, 2010. 12 p. Disponível em: . Acesso em: 04 out. 2010.

WIKIPÉDIA. Vídeo. 25 mar. 2009. Disponível em: . Acesso em: 04 out. 2010.

EGGERT, Gisela; MARTINS Maria Emília Ganzarolli. Bibliotecário. quem é? o que faz? Revista acb: biblioteconomia em santa catarina, Florianópolis, v. 1, n. 1, 1996, 48 p.